

MATTHEW THORPE
violino
Concertino da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP) e co-fundador e diretor da São Paulo Chamber Soloists (SPCS), o violinista estadunidense Matthew Thorpe radicou-se no Brasil em 1998 para tocar na OSESP e desde 2008, serve como concertino da mesma, desenvolvendo uma carreira de violinista, camarista, e educador. Como solista, já se apresentou com a Orquestra Sinfônica da UNICAMP, a Orquestra Filarmônica Carlos Gomes, a Orquestra Bachiana Filarmônica SESI/SP, a Camerata Archi, a Banda Sinfônica Jovem, entre outras. Como camarista, já colaborou com artistas como Jean-Yves Thibaudet, Arnaud Sussmann, Cristian Budu e outros importantes artistas brasileiros.
Matthew é diretor artístico do Festival da Orquestra Jovem Alegro em Curitiba-PR, é diretor do São Paulo Chamber Festival. Como educador musical, já lecionou violino e música de câmara no Instituto Baccarelli, Universidade Livre de Música e seus alunos hoje em dia integram as mais importantes orquestras do Brasil.
Desde 2020, é diretor fundador da São Paulo Chamber Soloists, um dos conjuntos de câmara mais cativantes do país, feito por 14 solistas de cordas, comprometidos a programar além do repertório tradicional, obras de compositores brasileiros, latinos, e membros de comunidades minorizadas. A SPCS é grupo em residência do Teatro Cultura Artística no triênio 2024-2026, onde colabora com artistas internacionais e toca encomendas de importantes compositores latino-americanos.
Freddy Varela Montero
violino
Iniciou seus estudos de violino aos sete anos de idade em sua cidade natal, Concepción, Chile. Desde cedo, destacou-se por seu talento, vencendo competições regionais e nacionais, o que o levou a ganhar uma bolsa de estudos aos 16 anos para estudar com o renomado maestro Daniel Heifetz em Pittsburgh, EUA. Passou cinco anos em Pittsburgh antes de se mudar para a Universidade de Maryland em Washington, D.C., onde continuou seus estudos com Heifetz e membros do aclamado Quarteto Guarnerius. Após concluir seus estudos, trabalhou de forma independente com a renomada violinista Dylana Jerson, aluna de Nathan Milstein, até conquistar o cargo de Spalla Assistente da Orquestra Filarmônica de Santiago, no Chile, onde logo iniciou sua carreira como Spalla Alternativo. Também atuou como Spalla da Orquestra Sinfônica de Concepción, no Chile. Em 2012, venceu o concurso para Primeiro Spalla da Orquestra do Teatro Colón. Após o falecimento do maestro uruguaio Fernando Hasaj, assumiu o cargo de primeiro violino e diretor musical da prestigiada Camerata Bariloche, posições que ocupa até hoje. Como solista, apresenta-se regularmente com as mais importantes orquestras e teatros da América do Sul, América Central e Estados Unidos. Recentemente, atuou como solista em Gênova, Itália, com a Orquestra de Câmara de Pádua, em uma homenagem ao grande Paganini, tocando no mesmo local onde se encontra o famoso instrumento do compositor. Tem apresentações agendadas no Brasil, Colômbia e Chile. Músico de câmara dedicado e apaixonado, fundou o Opus Trio, o Sixpicatto Ensemble, o Quarteto Soldi e um duo de violino e piano com Paula Peluso.



Gabriel Marin
viola
O violista Gabriel Marin possui uma trajetória marcada por participações em renomadas orquestras e prêmios meritórios. Iniciou sua jornada destacando-se como primeira viola solo na Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB), expandindo sua atuação para a Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo (OSM), e como membro da Orquestra Sinfônica da Universidade de São Paulo (OSUSP).
Sua habilidade lhe rendeu o Prêmio Eleazar de Carvalho no Festival de Inverno de Campos do Jordão em 2004, além de outros reconhecimentos. Internacionalmente, atuou na Orquestra Jovem das Américas, colaborando com maestros e solistas renomados como Gustavo Dudamel e Yo-Yo Ma, e integrou a Orquestra Sinfônica de Odense na Dinamarca, apresentando-se em importantes palcos europeus.
Formado por mestres como Renato Bandel e Rafaell Altino na Dinamarca e por notáveis como Nobuko Imai e Roberto Diaz na Suíça, Gabriel Marin fundou o Quarteto Raga no Rio de Janeiro, com performances no Brasil e no exterior, incluindo Alemanha e Tunísia. É reconhecido também como um influente professor e artista em festivais de prestígio, como os de Campos do Jordão e Teresina.
Como solista, Gabriel Marin se apresentou com orquestras em todo o Brasil, e participou de gravações como no CD “Novos Universos Sonoros”. Destacou-se na França com a Orchestre D’Auvergne. Atualmente, contribui na educação musical no Instituto Baccarelli e no Encontro Campestre de Violas, e faz parte do Quarteto Carlos Gomes, premiado com o Prêmio BRAVO de melhor gravação erudita em 2018.

Rafael Cesario
violoncelo
Natural de São Paulo, Rafael iniciou os estudos de violoncelo em 2005, com Eduardo Bello. Bacharel pela Faculdade Santa Marcelina (2010), concluiu seu mestrado na USP (2015), na classe do Fábio Presgrave. Seguiu com a pós-graduação no Conservatoire du Val de Biévre (Paris), onde estudou com Romain Garioud.
Ao voltar pro Brasil, Rafael começou carreira solo e rapidamente obteve o reconhecimento como violoncelista prolífero, capaz de performar com o mesmo nível de perfeição repertórios clássico, contemporâneo e popular.
Como solista, atuou à frente das diversas orquestras: Orquestra Sinfônica do Paraná, Orquestra do Theatro São Pedro, Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, Orquestra Sinfônica da Universidade de São Paulo, Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto entre outras.
Rafael é membro do Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo, faz parte do corpo docente do Instituto Baccarelli e atua como primeiro violoncelo convidado na Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo.
A sua discografia inclui vários álbuns digitais, disponíveis nas principais plataformas de streaming: Um Outro Adeus (Tratore,2021); Meu Brasil (Tratore,2022); Beethoven Variations (Onerpm, 2021); Seis Partitas Latino-Americanas para Violoncelo Solo de Arthur Barboza (Jacarandá Music, 2024); Música para Cordas de Almeida Prado (Naxos,2023).



Gustavo D'Ippolito
contrabaixo
Gustavo D'Ippolito é contrabaixista, Mestre pela Universidade de Música e Arte de Viena, tocou por 10 anos como músico convidado na Orquestra Filarmônica de Viena e na Ópera Estatal de Viena, cidade na qual desenvolveu intensa atividade em Música de Câmara. Como professor, deu aulas em festivais como o FEMUSC, o Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão, o Festival de Cuerdas OJNS, em Montevideo, entre outros, e criou o SeConDe - Seminário para Contrabaixistas em Desenvolvimento

Marco André
Flauta
Um dos flautistas mais marcantes de sua geração, reconhecido por sua sonoridade vibrante, sua irreverência e a alegria contagiante com que transforma cada apresentação em um convite à música. Entre palcos, grupos e projetos, construiu uma trajetória sólida e singular no cenário musical de São Paulo e do Brasil."
Bacharel em Flauta pela Faculdade FAC-FITO de Osasco, sob a orientação do professor Rogério Wolf, aperfeiçoou-se em performance na Academia Ferenc Liszt, em Budapeste, onde teve como mestres Lóránt Kóvács e János Bálint. Sua arte já ecoou em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Budapeste e Hamburgo (Alemanha). Desde 2010, ocupa a cadeira de Flauta Solo da Orquestra do Theatro São Pedro e compartilha sua experiência como professor de flauta na Faculdade Mozarteum de São Paulo.
Distinguido em renomados concursos, recebeu prêmios como Jovens Solistas da ULM (EMESP, 2002), Jovens Solistas da Orquestra Experimental de Repertório (2005), Jovens Talentos do Centro de Cultura Judaica (2007) e o Prêmio Estímulo Santander/OCAM (2007).
Como solista, dedicou-se a obras que moldaram a identidade do instrumento, entre elas os concertos de Mozart, a Suíte em B menor de Bach, o Concerto de Reinecke e o Concerto de Jacques Ibert.
Sua vocação pedagógica reflete-se nos inúmeros convites para masterclasses e festivais por todo o Brasil. Levou sua música e sua experiência a instituições como a USP (São Paulo – ECA e Ribeirão Preto), o Projeto Guri Santa Marcelina, o Festival de Prados (MG), o Festival de Inverno de São João del Rei (MG), o Festival de Inverno de Domingos Martins (ES, 2022), o Festival Música na Serra em Lages (SC, 2025), além de cidades como São José dos Campos, Ubatuba e Mogi das Cruzes (2022), entre muitas outras.
Como músico convidado, participou de apresentações com importantes orquestras brasileiras, entre elas a Orquestra Sinfônica da USP (OSUSP) e a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP). Teve o privilégio de trabalhar sob a regência de maestros de prestígio internacional, como Kurt Masur, Giuseppe Sabatini, Stefan Geiger, Steven Mercurio, Roberto Duarte, Cláudio Cruz, Ira Levin e Roberto Tibiriçá. Em sua jornada, já deu vida a mais de 100 títulos de óperas.
Diante de grandes plateias, brilhou como solista à frente da Sinfônica de Campinas, da OCAM, da Experimental de Repertório e da Orquestra do Theatro São Pedro, reafirmando sua presença como intérprete de referência.
Marco André é ARTISTA YAMAHA, um flautista que une excelência técnica, sensibilidade artística e uma paixão inesgotável pela música.


Ravi Shankar Domingues
Oboé
Ravi Shankar atua de forma plural como oboísta, pesquisador e professor, com experiências em diferentes países e contextos musicais. Já integrou orquestras no Brasil, Alemanha, Canadá e México, e apresentou-se como camerista em países como Tailândia, França, Venezuela, Uruguai, Argentina, Colômbia e Alemanha. Foi vencedor dos concursos Jovens Solistas Eleazar de Carvalho e Jovens Solistas da Orquestra Experimental de Repertório.
Após concluir o bacharelado em música pela Universidade de Brasília, aperfeiçoou-se na Hochschule für Musik de Rostock (Alemanha). Ainda durante os estudos, foi nomeado co-solista da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, cargo que ocupou por seis anos.
É mestre e doutor em Performance Musical pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), onde desenvolveu pesquisas sobre interpretação e os impactos dos estilos de raspado na sonoridade do oboé brasileiro. Desde 2016, é professor da Universidade Federal da Paraíba, onde desenvolve uma abordagem pedagógica integrada que alia performance, pesquisa e promoção da saúde dos instrumentistas.
Já orientou dezenas de projetos de extensão e pesquisa sobre fabricação de palhetas, sonoridade e saúde dos oboístas, e colaborou com compositores na criação de obras inéditas para oboé. Atuou como professor visitante na Universidade McGill (2022–2024), no Canadá, ampliando colaborações com centros de excelência como o CIRMMT, o OICRM e a Société Française d’Acoustique.
Co-fundador da Associação Brasileira de Palhetas Duplas (ABPD) e da Rede Brasileira de Saúde do Artista, tem se dedicado à construção de carreiras musicais mais saudáveis e sustentáveis, conectando prática artística, pesquisa e responsabilidade social.



Paula Pires
Clarinete
Doutora em música, com distinção e louvor, pela Universidade de Évora, e mestra em clarinete solo, com nota máxima, pela Hochschule für Musik und Tanz Köln na classe do professor Ralph Manno.
Atua intensamente como solista de música contemporânea, camerista, instrumentista de orquestra e tem sido presença registrada em festivais de música nacionais e internacionais.
Iniciou os estudos musicais em sua cidade natal, Belo Horizonte e concluiu o bacharelado em clarinete pela UNESP, em São Paulo. Foi bolsista de pós-graduação do DAAD (Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico) e premiada com a bolsa de aperfeiçoamento técnico e artístico da FUNARTE, para estudos acerca de Karlheinz Stockhausen, além de vencedora do “1° Concurso Jovens clarinetistas Devon e Burgani”, “Jovem Músico BDMG”, do “II concurso de Jovens Solistas da OSMG” e primeira colocada no “Stockhausen Preis-2022” pela sua performance de Harlekin, em Kürten, na Alemanha.
Atualmente é integrante da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, em Brasília.

Romeu Rabelo
fagote e contrafagote
Fagotista e contrafagotista da Osesp desde 2012, Romeu Rabelo é natural de Tiradentes, Minas Gerais. Aos 6 anos, iniciou seus estudos em música com Anizabel Rodrigues e Tadeu Nicolau. Graduou-se em fagote na UFMG, na classe de Mauro Mascarenhas, e concluiu o mestrado em performance, sob orientação de Fausto Borém. Atualmente é aluno de Guilhaume Santana na Hochschule für Musik Saar, na Alemanha.
Atuou como músico das orquestras Filarmônica e Sinfônica de Minas Gerais e foi solista junto à Orquestra de Ouro Branco, Orquestra de Câmara SESIMINAS e Orquestra do Festival de Música de Santa Catarina, além da Sinfônica de Minas.
Lecionou fagote na Universidade Federal de Minas Gerais, na Universidade do Estado de Minas Gerais, no NEOJIBA, no Festival Internacional SESC de Música em Pelotas, no Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora, na Semana da Música de Ouro Branco e no Festival Eleazar de Carvalho em Fortaleza. Atualmente coordena a classe de fagotes do FIMUCA e leciona na Academia de Música da OSESP.
Integra o Quinteto de Fagotes Camaleon, o Trio “Madeiras” e o São Paulo Trio d'Anches

Luiz Garcia
Trompa
Luiz Garcia Trompista solista da Staatskapelle de Berlim a convite de Daniel Barenboim para a temporada 2008-2009, iniciou seus estudos no Conservatório de Tatuí. Frequentou a Juilliard School de Nova York e o New England Conservatory de Boston, na classe de Charles Kavalovski. Integrou o renomado Empire Brass de 1995 a 1997, gravando com exclusividade pelo selo Telarc, e de 2002 a 2006, atuoso como artista convidado do German Brass. Participou por diversos agradecimentos como primeira trompa solista convidada em apresentações, gravações e turnês da Filarmônica de Berlim, Bayerischer Rundfunk Symphonieorchester, Orchester de la Suisse Romande, WDR de Colônia, RSO de Frankfurt, Tonhalle de Zurique, Mahler Chamber Orchestra, dentre outras com os mais renomados regentes. Foi a primeira trompa solista da Osesp de 1997 a 2001. Foi professor efetivo de trompa da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio) e integrou a Orquestra Sinfônica Brasileira como primeira trompa solista. Atualmente está nesta posição com a Orquestra Sinfônica Estadual de São Paulo - OSESP. Obteve premiações em diversas competições como o Concurso Sul América (1988), o Prêmio Eldorado (1989) e o 1º lugar no Tilden Prize de Nova York (1993).



Fernando Dissenha
trompete
É mestre pela Juilliard School e doutor pela Universidade de São Paulo. É primeiro trompete na Osesp desde 1997. Atuou como solista no Carnegie Hall com a New York String. Como camerista, já se apresentou com o American Brass Quintet e atualmente integra o Quinteto de Metais São Paulo. Foi professor da Faculdade Cantareira e da Escola de Música e Belas Artes do Paraná (Embap/Unespar). Já ministrou cursos e masterclasses nas universidades de Maryland e Eastern Michigan (EUA), em Medellín (Colômbia) e nos principais festivais de música do Brasil. Atualmente, é professor da Academia de Música da Osesp.

Carlos Freitas
Trombone
Carlos Freitas é um dos principais nomes do trombone no Brasil. Trombone Solo da Orquestra Sinfônica da Universidade de São Paulo (OSUSP) e da Orquestra Filarmônica Bachiana SESI SP, é também professor da Escola de Música do Estado de São Paulo (EMESP) e do projeto Bachiana Jovem do Sesi SP. Artista endossado pela Yamaha Musical do Brasil.
Com sólida formação acadêmica e artística, é mestre em música pela Universidade de São Paulo e bacharel em trombone pela Faculdade Mozarteum de São Paulo. Iniciou seus estudos musicais aos 15 anos de idade com o professor Marcos Sadao Shirakawa, na Universidade Livre de Música de São Paulo (ULM), e, desde então, construiu uma carreira marcada por versatilidade e excelência.
Ao longo de mais de duas décadas, atuou em importantes orquestras, como a Orquestra Sinfônica Nacional do Chile, Orquestra Sinfonia Cultura, Orquestra Experimental de Repertório, Orquestra Filarmônica de São Bernardo do Campo e o Grupo Contemporâneo de Câmara da EMESP, Camerata Aberta. Como solista e professor, atuou em diversos lugares no Brasil e no exterior, com destaque para Chile, França e Uruguai.
Foi vencedor de prêmios como o “V Prêmio Weril para Instrumentos de Sopro” (2002), o Concurso Jovens Solistas da Orquestra Experimental de Repertório (1998) e participou de projetos premiados, como o CD Espelhos D’Água, da Camerata Aberta, vencedor do Prêmio Bravo e do Prêmio APCA de Melhor CD de Música Contemporânea (2012).
Em 2013, lançou o CD Trombone Contemporâneo Brasileiro, reunindo obras inéditas de grandes compositores brasileiros. Também participou de gravações com a Camerata Aberta e com o Grupo Trombonismo.
Com uma carreira marcada pelo compromisso com a excelência artística e com a formação de novas gerações de músicos, Carlos Freitas segue atuando como solista, camerista, músico de orquestra e educador, contribuindo ativamente para a ampliação do repertório do trombone no Brasil e sendo presença constante nos principais festivais de música e encontros de trombonistas do país.

Eduardo Gianesella
Percussão
Eduardo Gianesella é professor de Percussão do Instituto de Artes da UNESP desde 1993 e o atual diretor do Grupo PIAP. Integrou por 29 anos a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP) até 2023, onde continua a tocar eventualmente, agora como músico convidado.
Formou-se em Percussão no Conservatório de Tatuí, graduou-se na UNESP, obteve o mestrado em performance na Eastman School of Music (EUA) como bolsista do CNPq e obteve o doutorado pela ECA/USP, cuja pesquisa resultou no livro “Percussão Orquestral Brasileira”, publicado pela Editora UNESP. Foi vencedor do Prêmio Eldorado de Música, junto ao Grupo PIAP, e do Concurso Jovens Solistas da OSESP.
Ao longo de sua carreira integrou diversos conjuntos sinfônicos, assim como grupos dos mais variados gêneros, desde a música antiga, passando pela música popular, até importantes grupos de música contemporânea, como o Percorso Ensemble, com quem atua regularmente. Tem também organizado diversos Encontros, Festivais e Congressos de Percussão.
Além de ministrar seminários e masterclasses em vários países, é professor convidado nos principais cursos e festivais de música do país como o CIVEBRA, o FEMUSC e o Festival de Inverno de Campos do Jordão. Gravou inúmeros CDs e realiza frequentes turnês pela Europa, Ásia e Américas com os diversos grupos com quem atua.

FLÁVIA BOMBONATO Maestrina Coral
Formada em Regência e Canto Lírico pelo Conservatório Dramático e Musical de Tatuí e piano pela Universidade de Ribeirão Preto.
Fizeram parte de sua formação os maestros Dario Sotelo, Osmar Jeycic, Erik Westberg (Suécia), Marco Antonio da Silva Ramos, Mark Whitlock (EUA), Henry Leck (EAU) e Roberto Tibiriçá.
Atualmente é Regente do Coro Paulista São Carlos e dos Coros - Adulto e Infantil - do São Carlos Clube. É Diretora Artística e Pedagógica do Programa Paulista de Canto Coral, Diretora Artística e Regente Titular da Orquestra Filarmônica de São Carlos, idealizadora e Diretora Artística do Festival de Coros São Carlos, Co-organizadora do Festival Brasil On-line de Coros, Diretora Artística do FIMSC - Festival Internacional de Música de São Carlos e Regente da Orquestra Acadêmica do FIMSC.
Foi Supervisora Educacional em Canto Coral do Projeto Guri na Região Central do Estado de São Paulo, Regente do Coral da USP-São Carlos, do Coral do Centro do Professorado Paulista de São Carlos, Coral do Fórum São Carlos, Regente do Coro Faber em São Carlos, Diretora e Coordenadora da Escola Livre de Música de São Carlos, Regente da Orquestra e Coro Sinfônico da ELM de São Carlos e da Big Band do Grupo de Referência do Projeto Guri – Regional São Carlos, além de ter participado de diversos projetos e festivais musicais voltados ao canto coral e orquestra.
É membro do “Foro Latino Americano de Maestrinas e Regentes de Bandas e Orquestras Sinfônicas” e membro regular da “World Association for Symphonic Bands and Ensembles”.
Tem formação em Pedagogia, Educação Musical e Engenharia Civil. Vive em São Carlos – SP desde 1997 e é mãe de Maria Clara e Maria Olívia.

